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29/06/2017

DIVÓRCIO - por Arnaldo Jabor

"Meus amigos separados não cansam de perguntar como consegui ficar casado 30 anos com a mesma mulher. As mulheres sempre mais maldosas que os homens, não perguntam a minha esposa como consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo. Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo. Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário. Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue:
Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém aguenta viver com a mesma pessoa por uma eternidade. Eu, na realidade já estou no meu terceiro casamento - a única diferença é que casei três vezes com a mesma mulher.
Minha esposa, se não me engano está no seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes do que eu. O segredo do casamento não é a harmonia eterna. Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e seguir de novo com a mesma mulher.
O segredo no fundo é renovar o casamento e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal.
De tempos em tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, seduzir e ser seduzido. Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se o seu par fosse um pretendente em potencial?
Há quanto tempo não fazem uma lua-de-mel sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção?
Sem falar dos inúmeros quilos que se acrescentaram a você depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem 10kg em um único mês, porque vocês não podem conseguir o mesmo?
Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento novo você certamente passaria a frequentar lugares novos e desconhecidos, mudaria de casa ou de apartamento, trocaria o seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo, a maquiagem. Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe do seu cônjuge.
Vamos ser honestos: ninguém aguenta a mesma mulher ou o mesmo marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo baton, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas. Muitas vezes não é a sua esposa que está ficando chata e mofada, é você, são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração.
Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação. Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo circuito de amigos.
Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso. Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar. Isso obviamente custa caro e muitas uniões de esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento.
Mas se você se separar, sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.
Não existe essa tal "estabilidade do casamento" nem ela deveria ser almejada. O mundo muda e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos.
A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma "relação estável", mas saber mudar junto. Todo cônjuge precisa evoluir, estudar, aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais teria pensado em fazer no início do casamento. Você faz isso constantemente no trabalho, porque não fazer na própria família?
É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo. Portanto descubra a nova mulher ou novo homem que vive ao seu lado, em vez de sair por ai tentando descobrir um novo interessante par. Tenho a certeza que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças. Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso de vez em quando é necessário se casar de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.
Como vê não existe mágica - existe compromisso, comprometimento e trabalho - é isso que salva casamentos e famílias."
Fonte: citações Arnaldo Jabor

27/07/2016

#Fardamento do Marido [acidentes de percursso]

Tenho de partilhar o sucedido e atire lá a 1.ª pedra quem nunca sofreu com esta situação.
A farda com a qual o marido voa, actualmente, até tem alguma qualidade se comparada com as anteriores (da vida civil) mas, em termos de quantidade, fica muito aquém de quem gosta de andar limpinho e impecável. Como a malta lá de casa é na sua totalidade adepta do limpinho e cheiroso, tenho de fazer alguma ginástica para o senhor comandante andar impecável. Mesmo com a minha vasta experiência em lavar, engomar e coser as várias fardas dele na vida militar (n.º 1, n.º2, fato de voo, blusão de voo, etc), alguns acidentes (felizmente poucos) aconteceram ao longo dos anos e com os erros fui aprendendo a ter mais cuidado.
Acontece que agora na vida civil, não há possibilidade de se comprar (pelo menos foi o que eu percebi) outra peça se algo de inusitado acontecer. Ainda vou confirmar se é mesmo assim mas, o que interessa é que eu consegui fazer algo que já não acontecia há anos e desesperei. Para quem está habituado a lavar roupa, sabe que é da praxe separar as peças brancas, as de cores e as escuras. As temperaturas e os cuidados a ter são diferentes, é algo perfeitamente normal neste tipo de tarefa.
Fiz uma máquina cheia de roupa branca e por descuido não me lembrei que já estava na máquina, uns calções bordeaux. 
Fiquei como a personagem do vídeo abaixo quando fui buscar a roupa para estender e ao invés de peças brancas, tinha uma máquina cheia de roupa cor de rosinha...o que vale é que só tinha uma camisa da farda do meu marido naquela máquina e nem vos conto as manobras que fiz para ter a situação minimamente controlada e, esta, é outra das capacidades que a mulher de um Piloto militar tem.

29/05/2016

Ninguém merece esta violência

Não há nenhuma desculpa no mundo que possa abonar as atitudes daquele grupo de anormais que violaram a jovem de 16 anos no Rio de Janeiro.
Só quem nasce e cresce num país onde a taxa de violação é mais do que elevada, sabe o que estou aqui a dizer. Ter de sair de casa todos os dias para ir à Escola, trabalho ou faculdade e ter de estar constantemente a olhar por cima do ombro para tentarmos garantir que nenhum tarado nos está a seguir é algo que só quem já viveu na 1.ª pessoa sabe o que significa.
A insegurança no Brasil não é vivida apenas dos roubos por esticão, assaltos à mão armada, violência de diversas formas e pivetes (miúdos de rua) que metem alguns dos mais famosos gangsters, no chinelo. 
Posso dizer que vivi a minha adolescência com medo...tinha pânico de ser violada como qualquer outra menina com a minha idade na altura, como qualquer mulher no Brasil. O medo é algo que se entranha dentro de nós perante algo que sabemos que não é bom, algo que não nos vai trazer boas experiências, algo que magoa, que faz doer, que pode aleijar seriamente o nosso corpo e que pode nos tirar a vida.
Tive uma colega da escola primária que levou um tiro no peito pois, no meio da madrugada acordou com um barulho estranho no quarto e deu de cara com um bandido.
Noutra ocasião foi num dia de alvoroço no bairro onde eu nasci e cresci que vi uma mulher morta e largada detrás de uma paragem de autocarro. Tinha vários tiros no corpo e estava deitada de barriga para baixo. 
Quando crescemos num ambiente deste género temos de criar algumas defesas e estarmos à frente daquilo que pode vir a acontecer. 
Como eu era uma medricas do caraças, andava constantemente a olhar para a minha sombra não fosse ser traída por um mero descuido. Por mais que eu tentasse relaxar era impossível. 
Até em casa passei a colocar nas janelas do meu quarto uma garrafas amarradas para fazerem barulho se alguém tentasse forçar a entrada e tinha um medo que me pelava de ir ao quintal à noite. Foram tantas vezes que ladrões tentaram entrar em casa dos meus pais que perdi a conta. Tínhamos 1 cão à frente de casa e outros 2 no quintal. Numa das vezes o ladrão queria entrar em grande pela porta principal da casa e não mediu esforços e levou uma cadela em pleno cio para entreter o Nero, nosso cão de guarda. Sem entrar em grandes detalhes o individuo teve azar mas tenho noção que podia ter sido muito pior para ele.   
Voltando à situação da jovem violada por 30 anormais no Rio de Janeiro, há uma coisa que eu sei e ninguém mudará o meu pensamento: 
O mundo estaria muito melhor se esta estirpe não existisse e até lá, deviam lhes cair as pilas aos pedaços, como se fosse lepra. E mais não digo.

28/05/2016

Dia dedicado à comunicação social

Na semana passada estive a acompanhar uma iniciativa dedicada à comunicação social e conheci alguns jornalistas impecáveis.
Aprendi a fazer um cocktail super fresco e muito bom para o verão.

                #fernandoalvim

06/12/2014

Nem todas as crianças fazem birra por guloseimas ou brinquedos

Aquela que vi ontem no Continente do Cascaishopping queria outra coisa bem diferente. Enquanto os pais decidiam que tipo de frutos secos iriam comprar, a menina que ainda não devia ter 4 anos feitos, chamava insistentemente a mãe, apontava para o lado e dizia: mãe, olha "zeitonas", mãeeee, olha "zeitonas". A mãe, ou não ouvia ou fazia de conta que não estava a ouvir...a menina voltou a insistir mais algumas vezes sem conseguir a atenção necessária. Eu estava curiosa para saber o que aquilo ia dar, o que não tardou muito. A menina em prantos, disse à mãe quando esta se negou a comprar as "zeitonas" como ela lhe chamava e disse: nunca "compas" aquilo que eu te peço!
Eu achei uma delícia.

20/11/2014

Directamente do Estoril

Foi a visão de mais um final de tarde, da minha janela, do meu cantinho.

23/09/2014

Outono 2014

É como a vida em constante mudança. O tempo passa, as pessoas mudam e tudo se regenera [degenera]. Depende da perspectiva.
Vejo esta estação como ela é, cheia de mudanças e preparativos para as novidades futuras.
Não me amedronto com coisa pouca e deslumbro toda e qualquer mudança como algo positivo. É desta postura que retiro as ilações necessárias para ser alguém melhor, todos os dias.
Na minha memória guardo lindas imagens da minha casa e do meu jardim na Bélgica. Ali, naquele lugar, as folhas se transformavam atentamente à minha frente e renovavam-se em beleza extrema. A natureza sendo tão simples e complexa ao mesmo tempo, ensina-nos como devemos agir. Temos de estar atentos e sermos cúmplices com ela, num dos rituais mais belos e que está todos os anos à nossa mercê.

10/02/2014

Fugitivo

Questiono-me muitas vezes a razão que leva algumas pessoas a se desviarem das suas responsabilidades. Ainda não cheguei a nenhuma conclusão óbvia que não seja a resposta mais fácil: não dá muito trabalho descartar seja o que for, para cima de terceiros. 
Normalmente este tipo de ser vivo é recatado/introspectivo e não fala mais do que o essencial. Quando abre a boca diz aquilo que convém de uma forma maquiavélica e minuciosa (não vá o diabo tecê-las). As meias expressões ou entrelinhas é sempre mais favorável para quem quer estar sempre benzinho, com o céu e o inferno. Quer agradar a Deus e ao Capeta ao mesmo tempo.
Eu não me identifico com esta espécie pouco rara e, assim como a hera, que cresce, cresce e cresce como se fosse uma erva daninha e tenta esmagar tudo à sua volta, estes extraterrestres sufocam tudo à sua volta.
Cruz credo, vai tirar água do capote para outro lado que comigo não cola...
...e foi.

10/01/2014

Mamografia desajeitada

A última vez que fui fazer este exame, estava tão nervosa como sempre estou nas mamografias. É a aquela sensação de que antes de entrar na sala está tudo bem e no momento seguinte, o mundo pode desabar. Angústias à parte, a experiência foi algo do outro mundo.
Depois de estar hora e meia na sala de espera em que única televisão existente, estava a passar o cortejo fúnebre do Eusébio, ainda tive de ouvir as conversas ao telemóvel de uma suposta "tia de Cascais" que falava como se estivesse em sua casa. Haja paciência e, naquele dia, eu tenha de manter a calma. As tantas, quando me preparava para ir ao balcão perguntar a razão do atraso, eis que aparece uma técnica de pasta na mão e, sem erro de fonética, chama o meu nome. Ufa, depois de tanto tempo à espera, ouvir o meu nome ser chamado como deve ser, parecia um bom presságio e música para os meus ouvidos. Indicou-me o quarto (cubículo claustrofóbico), disse para me despir completamente da cintura para cima, colocar a bata descartável e entrar de seguida na sala de exame. antes de sair pediu-me os exames de anos anteriores, alertou-me para não esquecer de trancar a porta e levar a chave comigo. Enquanto o exame durasse, aquele cubículo ia ser só meu. 
Entro na sala para iniciar o exame e a técnica pede-me para despir a bata e me aproximar da máquina de mamografia. Antes da dar início ao exame ela pede-me para vestir novamente a bata e voltar para o meu cubículo claustrofóbico. Tenho de aguardar fechada naquele espaço diminuto, uma nova oportunidade.
Passados dois ou três minutos, regressa ao cubículo e chama-me para finalmente dar início ao exame.
Começa o filme que não resisto em partilhar:
Diz-me a técnica:
- Primeiro vamos fazer frontal
Agarra-me literalmente na mama direita, escarrapacha com ela naquela base fria e dá início as indicações pormenorizadas para a mamografia ficar na perfeição. 
- Agora vai olhar para cima...coloque as mãos nesta posição...arraste os pés até chegar aqui...descontrai...assim está bem.
Entretanto, dá início à espalmação da mamoca, como todas as mulheres que já fizeram este exame sabem. Depois de bem espalmadinha ela diz-me:
- Agora segura a outra mama e puxa-a assim para o outro lado. 
Do nada e sem aviso prévio, sai a correr para aquela área onde se aperta o botão da "fotografia" e enquanto corria disse simplesmente: 
- não respira. 
Poças, não sei se estão a ver o filme. Eu fiquei quase roxa e o tempo passou a ser uma eternidade. Finalmente aquela alminha disse:
- Pode respirar
Daí para frente, fiquei mais atenta ao momento certo para poder ou não respirar.
A melhor parte deste filme foi fazer as laterais. Dos dois lados a situação foi exactamente igual. Fui posicionada com todos os pormenores possíveis mas a coisa não devia estar a correr muito bem. A técnica estava sempre a me dizer a mesma coisa: 
- descontrai coloca aqui a mão em cima e chega o quadril mais para trás...assim tá ver, pernas para à frente e quadris para trás. 
Como a coisa estava muito difícil ela perguntou a razão de eu não conseguir descontrair; então, eu não resisti e tive de responder: 
- Das duas uma, ou faço o exame assim, ou então descontraio e caio literalmente ao chão. 
- Cai? Respondeu-me ela. 
- Sim caio. Não sei se reparou, mas para além da posição que me encontro, ter a mama espalmada até dizer chega e não poder respirar, não me dá outra hipótese senão ir parar ao chão.
A última coisa que ouvi enquanto ela corria para tirar a "foto" foi...
- não respira.....................pode respirar.

02/01/2014

Alterações do código da estrada, onde andas?

Está a ser altamente divulgado na comunicação social, as alterações ao código de estrada que entrou em vigor ontem.
Fiz uma pesquisa na internet e não consigo encontrar nenhum documento elucidativo das referidas alterações, nem mesmo no site da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.
Todas as notícias encontradas referem única e exclusivamente à circulação nas rotundas e à taxa de álcool no sangue...e as outras alterações, onde estão?
Alguém me pode ajudar?

16/12/2013

Vinho quente [precisa-se]

Quem me conhece sabe que estou sempre com a 5ª mudança metida e arrasto quem tenta boicotar a minha energia. Devo ter nascido com o velocímetro avariado e esta coisa de ficar "Zen" e manter o "low profile" não funciona no meu estilo de vida. Devo dar uma canseira nos outros mas fazer o quê, não é? Não consigo ser de outra maneira no entanto, há uma coisa que me deixa em baixo de forma, que me cala o pio e dá descanso ao volume da minha voz...estar doente! Sinto o corpo dorido, a garganta a doer e só me apetecia estar quentinha debaixo dos meus edredons, um ou dois copos de vinho quente e dormir até ficar boa outra vez.

13/12/2013

Ti Álvaro das farturas [uma figura típica de São Domingos de Rana]

Não sou propriamente uma consumidora de farturas e afins. Quem me conhece sabe que não sou uma fã destas iguarias contudo, passo perto do estaminé do Ti Álvaro com muita regularidade. Deve ser uma pessoa com visão para o negócio. Esteja a chover ou a fazer sol, lá está ele na sua rulote e, segundo percebi, já está nesta atividade há mais de 20 anos. 
Conseguiu captar a minha atenção e curiosidade, já lá vai muito tempo. Sempre que eu passo por aquela esquina, ele está à frente de um portátil e comecei a indagar se teria alguma atividade nas redes sociais. Hoje decidi investigar o assunto e deparei-me com uma página no facebook, presença no programa Você na TV e outra no Querida Júlia. Para além das farturas o Ti Álvaro vende churros recheados, marca presença fixa em São Domingos de Rana e, obviamente, em todas as festas da redondeza.  

11/12/2013

WestJet Christmas Miracle

A ideia colocada em prática foi simplesmente adorável! Parabéns WestJet.

09/12/2013

Frio?#2

"Nós não temos frio, nós usamos thermotebe". Quando o frio aperta, nem com roupa interior apropriada a coisa fica melhor. Não gosto do frio nem de o sentir em nenhuma circunstância. 
Sou uma pessoa do calor, do aconchego, do conforto térmico e gosto mesmo é do verão, do calor, de sandálias, de pouca roupa e de bebidas frescas.
Para colmatar as baixas temperaturas, ficamos juntinhos uns aos outros. Este também pode ser um bom conceito de família.

26/11/2013

Comparar também é poupar

A aventura de ontem pressupunha à partida, uma simples comparação de preços de alguns produtos que habitualmente compramos para a famelga cá de casa.
Acordei muito bem humorada, tenho de acrescentar. Ainda antes de me levantar, já estava a rir às gargalhadas...contigo. Adoro o teu sorriso! Fiz-te aquela omelete que tanto aprecias enquanto colocavas o pão na torradeira e todos os outros rituais alusivos aos nossos momentos matinais.
Durante o pequeno almoço falamos dos nossos planos para todo o dia e, uma das tarefas, era irmos ao hipermercado comprar algumas coisas que estávamos a precisar.
Definitivamente tenho de dar a mão à palmatória. Já me tinhas dito há algum tempo que comprar no Continente, com a ideia de que os preços são os mais interessantes do mercado, soava-te a qualquer coisa estranha.
Os descontos em cartão ou mesmo os que são efetuados diretamente, parecem à partida serem muito apelativos contudo, deixou-te sempre com muitas dúvidas e, inevitavelmente, tínhamos de esclarecer.
Antes de sairmos rumo ao nosso destino, fiz o trabalho de casa e pesquisei no site Continente online, uma série de produtos para serem a nossa base de orientação.
Escolhemos comparar os preços apenas de alguns produtos e as superfícies escolhidas, foram o continente e a Makro. É certo que nem todas as pessoas têm a possibilidade de efectuar as suas compras na makro contudo, decidi apresentar os preços apenas de alguns produtos, todos com o IVA incluído ou seja, preço para o consumidor final.
  • Head  & Shoulders 500ml (Continente: 6,69€ / Makro: 5,65€)
  • Colgate A. Caries 125ml (Continente: 3,08€ / Makro: 2,82€)
  • Sensodyne Repair & Protect 75ml (Continente: 4,39€ / Makro: 2,45€)
  • Sensodyne Pro-Esmalte 75ml (Continente: 3,99€ / Makro: 2,45€)
  • Amaciador Quanto Rosas (Continente: 1 x 4Lt - 3,79€ / Makro: 2 x 4Lt - 6,13€)
  • Espumante Raposeira Reserva Bruto (Continente: 5,29€ / Makro: 4,29€)