28/07/2011

Love...

Makes the world better
Fotos by: http://daianedayane.wordpress.com/[em linha em 28/07/2011]

22/07/2011

Meditação de um carangueijo

Esta semana foi o meu aniversário e não podia ir de fim-de-semana sem me pronunciar sobre este acontecimento. Ao contrário de algumas pessoas que conheço, gosto de comemorar datas como o Natal, passagem de ano, aniversário, dia dos namorados, do periquito, etc. Para além de valorizar todos os dias como únicos, gosto imenso de dar um toque especial aos dias que considero como diferentes dos dias “normais”.

Com o passar dos anos sinto-me muito mais madura e mais perspicaz em tudo o que me rodeia. Se por um lado é bom sinal, por outro fica a faltar a paciência de aturar determinadas situações que noutros tempos passavam-me ao lado.

Aprendi que as pessoas são como são e, se querem viver emburradas e de mal com a vida, que continuem como desejam desde que, não me peguem a maleita.
Descobri ao longo deste meu percurso de vida, que existem pessoas que gostam de se fazer de vítima como se esta situação fosse um género de mais-valia, para conseguirem atrair as atenções. Ainda existem as que são invejosas, mesquinhas e nunca estão contentes com o sucesso dos amigos. Estão sempre a cortar na casaca (de preferência nas costas) e quando têm hipóteses, deitam abaixo qualquer ideia mais interessante que surja no meio de uma conversa banal. Esta estirpe sujeita-se a levar uma grande resposta, à altura (diplomática obviamente), e ainda têm a lata de responder: Não entendeste o que eu queria dizer, não era bem isto…como estas são pessoas sem grande profundidade, nem conseguem assumir que são umas bestas e tentam colocar a ignorância do outro lado fazendo figura de vítima. Pois é aqui que as várias personalidades se misturam e estamos perante uma situação que nesta fase da minha vida, só me dá vontade de rir. Entretanto existem outras formas de estar que ainda conseguem mexer com o meu estado de espírito…é mais forte que eu. São aquelas pessoas que vivem uma vida dupla. Esta duplicidade, em maior ou menor grau não deixa de ser um engano para a própria pessoa e quem os rodeia pois actualmente, a meu ver, não existe lógica nenhuma viver assim. Para mim as pessoas devem ser como o vinho, existem milhares no mercado, produzidos com castas e estágios distintos e, agradam de forma diferenciada, pessoas com gostos variados porém, têm de ser autênticos. A autenticidade é uma marca diferenciadora num mundo cada vez mais global. Quem não é autêntico, só pode ser cínico não estou a ver outra designação. Se fossem vinho...não prestavam nem para fazer comida!
Não tenho nada contras as regras e as exigências da vida, aprendi a viver num mundo em que de uma forma ou de outra, temos de nos adaptar às diferentes situações e enquadrá-las na nossa maneira de ser e de estar. Por vezes, chateio-me à brava porque não sou perfeita mas sei diferenciar o que é bom do que é mal…Os bons exemplos são para serem seguidos e tenho tentado fazer disto uma bandeira pois na minha opinião, só deve atirar a primeira pedra quem não tenha cometido nenhum “pecado”.

Tenho aprendido a respeitar as pessoas mesmo que os seus modos de vida, não tenham nada a ver com o meu estilo e com as minhas ideias. Atenção que respeitar não significa privar em família mas simplesmente conviver da maneira mais saudável possível e não emitir as minhas opiniões.

Espero ter saúde para viver outros tantos anos como os que já tenho, de ver a minha família crescer, ter netos e mesmo que seja à distância, saber que os meus familiares são felizes. Gostaria de continuar lúcida para me lembrar dos dias importantes da minha vida e dos que me rodeiam, de lembrar de todas as pessoas importantes que já conheci e ter a capacidade de fazer novas amizades para aprender a ser cada vez mais FELIZ!

15/07/2011

14/07/2011

Cinema em 3 dimensões...bah!

Não me faz confusão o desenvolvimento e a inovação.
Sou apologista de que as coisas devem evoluir e melhorar sempre na perspectiva de acompanhamento dos tempos. No entanto, irrita-me que não possa ir assistir o último filme da saga Harry Potter sem ser em três dimensões. Será que qualquer dia também em nossas casas vamos ter de andar com aqueles óculos de tótós, a visualizarmos programas que no fim, nos deixam com imensas dores de cabeça? Por mais que goste do Harry Potter e seus amigos, não estou disposta a gastar dinheiro sem me divertir e, sobretudo, sair da sala de cinema com uma mega dor de cabeça, por causa da "fantástica" tecnologia 3D.

11/07/2011

Independence Day

Mil folhas de portobello e queijo cabra, numa saladinha fresca de morangos e hortelã


Creme de manga e gengibre, camarão salteado com aromas de côco


Cherne corado sobre puré cremoso de raiz de aipo, legumes orientais e vinagrete de bivalves


Parfait de chocolate branco e côco com sorvet de maracujá


Gaspacho de tomate e morango, mousse de mascarpone sobre um biscuit de pistachios

02/07/2011

Não há um dia em que não me lembre dela...

Aqui está a Néné na sua janela favorita de onde, para além de apanhar os melhores banhos de sol, podia avistar todos os passáros, perdizes e galinholas...petiscos vivos que lhe davam volta à cabeça.
Nesta foto ela regressava de um passeio na nossa floresta, em Casteau

15/06/2011

Santo António

Passados quase 20 anos desde a última vez que fomos aos Santos Populares, lá fomos nós contentes da vida, para ver as marchas de Lisboa.
Conseguir ver qualquer coisa de jeito foi uma aventura digna de constar do livro do Guiness.
A maior desilusão é quando percebemos que aquele espectáculo está ensaiado para o júri e, sobretudo, para a televisão. As marchas fazem as suas performances em um ou dois pontos estratégicos da Avenida da Liberdade e, o resto do percurso é feito sem darem cavaco a quem quer que seja. Ainda está no meu ouvido os apupos com que muitos dos presentes brindaram as marchas que passavam impávidas e serenas sem respeito pelos presentes.
Por outro lado, as marchas não estavam devidamente identificadas e as pessoas estavam sempre a perguntar umas às outras: "que marcha é esta?"
Praça do Rossio
Após a terceira marcha, desistimos e passamos a fase seguinte.
Seguimos pela rua do Coliseu até a Praça da Figueira onde o cheiro dos manjericos era fantástico. Subimos pela rua dos Fanqueiros até a Sé de Lisboa onde desfrutamos da companhia de milhares de pessoas em plena animação.
Largo da Sé de Lisboa 
Manjericos à venda na Praça da Figueira

Rua Augusta

Um paraíso mesmo aqui ao lado


Efectivamente gosto da Comporta e não há nada a fazer. Não possuo nenhuma cabana, nem qualquer habitação para ir passar os meus fins-de-semana. Tenho é a liberdade e a opção, de juntamente com a minha cara-metade, de ir passear ao sabor de descobrir novos horizontes e esquecer que o nosso país está em decadência financeira.

Passar para o lado de lá de ferry está fora de questão. O monopólio da exploração deste serviço é no mínimo ridículo quando a senhora da cancela pede quase 14 euros, com um grande sorriso e na maior descontracção.
É preferível pagar a portagem e seguir directamente por Alcácer do Sal. A viagem é interessante e não se contribui pelo menos, para um dos grupos de magnatas que cada vez mais, empestam e se propagam.
Apenas como nota de referência, pagar o ferry para passar de uma margem para a outra do Rio Reno ou Mosel (Alemanha), não custa mais do que 4 euros.

O amor e uma cabana

O conceito parece ultrapassado e completamente fora do contexto. É um facto? Não sei...caso seja uma pessoa céptica relativamente a este assunto, tenho mesmo de acrescentar que existem cabanas e cabanas, senão, vejam bem os novos conceitos através das imagens que pesquisei na internet.
Fui dar um passeio até a Comporta e fiquei muito admirada com as "cabaninhas" que vi por aquelas bandas. Os preços, não são para quaisquer bolsos e, por esta razão, o amor e uma cabana não é um conceito em desuso; está na moda, é amigo da natureza e da sustentabilidade porém, não é muito amigo da carteira. Vale a pena o esforço? Se calhar temos todos de repensar a nossa forma de estar na vida e quem sabe, para aqueles mais alternativos, pensar numa troca da modesta e tradicional habitação, por cabanas…de luxo.


24/05/2011

Almoço exótico

Depois de uma manhã carregada de trabalho (no Parque das Nações), do calor infernal que assolou Lisboa...cheguei ao Estoril onde todos os envolvidos numa cerimónia memorável puderam desfrutar de uma refeição bem confeccionada e de um ambiente descontraído...

O ambiente...

Esferificação de melão com presunto

Caril verde de peixe e marisco

Cachaço de porco confitado com frutos vermelhos
gratin de batata e beterraba com espargos verdes

Sorbet de cereja com espuma de citrinos

20/05/2011

Ontem foi assim...

Fui convidada pelo Turismo de Portugal para participar na avaliação final (prática), da turma do último ano de Técnicas de Serviço de Restauração e Bebidas assim como dos alunos do 2º ano de cozinha e pastelaria.
O resultado foi surpreendentemente extraordinário! O aluno, João Silvestre, esteve a altura dos três anos de formação qualificada na área da restauração e promete ser um excelente futuro aluno da ESHTE, a minha "casa" de trabalho.
No âmbito da avaliação e entre os vários critérios que estavam a ser avaliados, ficou a cargo de cada aluno decorar a mesa, fazer a ementa, receber e acompanhar o “cliente”, ter em atenção o protocolo de mesa e o serviço em si.
Parabéns aos finalistas…Estão preparados para a nova fase que os espera no Ensino Superior!
Caudas de camarão com mel

Peito de frango com leite de coco guarnecido com arroz de abóbora

Fruta da época (descascada junto ao "cliente")

Mousse de chocolate branco com morangos aromatizados com balsâmicos

 Depois do café...um Daiquiri para refrescar!

27/04/2011

Uma viagem aos sabores

Ontem dia 26 de Abril foi assim...sob a responsabilidade dos Docentes Francisco Ferreira, Elias Silva e Joaquim Coutinho.

Amouse bouche: Sopa de cenoura com gengibre e mel perfumada com cebolinho e aveludada com creme de nata fresca

Canellonis de bacalhau de coentrada em espinafres gratinados com parmesão
Bochechas de porco de montado alentejano assadas com mel e cravinho em tentúgal de batata sobre redução dos seus sucos
Torta madeirense com banana caramelizada

Um dia especial com a Jolie na ESHTE

A minha Jolie gosta muito de protocolo, sobretudo à mesa. Desta feita pediu-me que, se houvesse possibilidades, a levasse a estar presente num dos almoços da ESHTE.
O facto dela estar de férias e de ser uma excelente miúda fez com que eu conseguisse lhe fazer uma mega surpresa que, não dependia apenas da minha vontade mas, em grande parte, da existência de vagas disponíveis para a iniciativa.
O facto de ser uma semana de férias para muitas pessoas, possibilitou a formalização da reserva de lugares para o almoço e também para o jantar do dia 19 de Abril.
Mais uma vez tenho de dar os parabéns a toda equipa envolvida na confecção e no serviço efectuado, sob a responsabilidade dos Docentes Paulo Morais, Nelson Félix e Joaquim Coutinho (almoço) e, Teresa Silva, Elias Silva e Joaquim Coutinho (Jantar).
Almoço
Sopa fria de tomate com sorbet de abacate

Folhado de seitan e cogumelos com salada de verdes e morango

Almondegas de courgete e noz com legumes assados à Provençal 


Gelado exótico

Jantar
Creme de legumes

Borrego assado com alecrim
Guarnição: Batata assada à padeiro e legumes salteados

Petit gateau com gelado de manga e cerejas jubileu