16/11/2011

Cozinhas de sonho...

Esta versão de uma cozinha funcional parece-me perfeita no entanto, eu prefiro o lava-loiça numa bancada por trás da zona de confecção onde, na minha opinião, ficaria muito bem uma bancada de apoio. Em termos de movimentação seria prático e, em termos de organização, a harmonia seria mais interessante com zonas preparação e confecção próximas uma da outra mas separadas fisicamente.
Gosto deste modelo mas aproveitaria melhor o espaço de janela para alguma arrumação que faz sempre falta nestes ambientes.
É pena não conseguir ver o restante espaço...a harmonia do conjunto é fundamental.
Muito bonita e com um look clean.

Perfeita!
Mudava o espaço de confecção com o espaço de lavagem de loiça...
Outro modelo perfeito onde o acesso à zona de sala de estar foi facilitado.
É pena a janela estar com o painel corrido. Se a paisagem der para um jardim, está perfeito!
Mais que perfeita em termos de disposição dos equipamentos....só alterava a cor.

11/11/2011

Hoje é dia de...

...boas e quentinhas.

Infusão de hortelã

Não tenho um gabinete fechado, é um facto. Se eu divulgasse onde tenho meu posto de trabalho, assim como quem comigo colabora, muitos não acreditariam. Por este motivo e, porque a minha tosse já deve estar a incomodar, um colega de trabalho trouxe hortelãs. É a mezinha natural de hoje e já vou na segunda caneca!

Basta um olhar...

...para entendermos tudo. Admiro quem me olha nos olhos numa conversa banal e, muito mais, num discurso mais profundo. Em ambos os casos as palavras são um mero meio de confirmação daquilo que os olhos nos estão a dizer. Desconfiar de quem não tem esta capacidade não é sinónimo de fraqueza mas uma forte afirmação de quem tem por hábito encarar a vida de cabeça erguida sem receios da imperfeição.

Casa da Prisca

Conheço a Casa da Prisca desde a sua abertura. Naquela altura tive a oportunidade de falar com o proprietário, o Sr. Agostinho Santos, um Senhor com o dom da boa conversa e amigo de bem receber quem por aquele espaço se digna a parar.

Logo a seguir surgiu a oportunidade de eu escrever um artigo sobre aquela região numa newsletter universitária e, como não podia deixar de ser, acabei por estabelecer um enquadramento dos produtos que a Casa da Prisca comercializava com a região onde estão inseridos.

É com muito agrado que vejo esta empresa crescer num momento que todos dizemos ser de crise e, obviamente, por ser uma empresa nacional em plena expansão esta situação é muito animadora.

A preocupação sempre constante na inovação e desenvolvimento de novos produtos é uma mais-valia como elemento diferenciador num mercado cada vez mais competidor. Por esta razão e outras tantas, deixo aqui uma sugestão: Visite a Casa da Prisca em Trancoso.
As minhas preferências são sempre sombra de dúvidas: as alheiras, as farinheiras, as chouriças, os queijos, as compotas...
As fotografias que se seguem foram tiradas por mim, numa iniciativa que culminou com um almoço no passado dia 08 de Novembro de 2011, numa Escola Superior de referência nacional, onde todas as receitas foram desenvolvidas pelos alunos de Mestrado da instituição em parceria com a Casa da Prisca.   
Sopa de alheira de caça e castanha
Patasniscas de alheira de bacalhau/Empada de alheira de bacalhau/Cogumelos gratinados com alheira de caça/ Enguias com presunto/Risotto de enchidos e cogumelos
Risotto porcini
Empada de alheira de bacalhau
Batatas com pasta de azeitonas verdes/Enguias com presunto
Mousse de moscatel com doce de morango

10/11/2011

Chá de anis estrelado com casca de limão

Dando continuação ao tratamento descobri...um casamento perfeito!

Chá de alho

Em fase de recuperação...

Depois do chá de tomilho passei para a fase do chá de alho. Aqui no meu trabalho, houve quem fizesse aquela expressão de "bah" quando perceberam que na minha caneca estava uma infusão de água acabada de ferver e um dente de alho esmagado.
Na verdade não é a infusão mais agradável de se beber mas também não sabe tão mal como se pensa.
Em termos de resultados tenho de admitir que estou satisfeita com os mesmos e, neste sentido, hoje vou experimentar uma nova receita natural…

08/11/2011

Chá de Tomilho

...porque ainda estou a recuperar

A receita é simples e eficaz:
Coloque 1 litro de água a ferver. Depois de fervida, desligue o lume e acrescente uma mão cheia de tomilho fresco e lavado. Tape o recipiente (pode usar película aderente que resulta maravilhosamente bem). Deixe esta infusão repousar de 10 a 15 minutos.
Dica: Para saborear em pleno qualquer infusão sou de opinião que não se deve acrescentar açúcar porém, caso não consiga beber chás ou infusões sem sentir um sabor doce, sugiro que acrescente uma colher de mel.
Esta infusão que acaba por ser um revigorante natural, ajuda a libertar a expectoração das vias respiratórias no entanto, é necessário alguma moderação para quem tem tensão alta.

31/10/2011

Nada melhor do que estar bem aconchegada...

No outono/inverno tenho uma enorme necessidade de meias quentes, tapetes macios e, sempre, uma manta para partilhar.

Halloween

Finalmente chegou o dia em que podemos transformar abóboras em qualquer coisa diferente que a habitual sopa e, quem quiser usar vassouras como meio de transporte, é de aproveitar!
Uma bruxa actual, desde que seja inteligente, pode ganhar um salário muito acima da média e viver com regalias nunca imagináveis na Idade Média. Nestes tempos, que agora fazem parte do passado, quem fosse apontado(a) como sabedor de coisas do além ou sobrenaturais, corria um risco quase certo de ser queimado em plena praça pública.

24/10/2011

Mudar de vida

Quando Portugal passar a ter parques de estacionamento como este, acredito que poderemos nos considerar um país definitivamente desenvolvido. Estou mesmo imaginar, pelo menos a malta que eu conheço a irem trabalhar, irem missa, ao mercado, aos consultórios médicos, aos casamentos, baptizados e festas de anos...de bicicleta.

08/10/2011

Limonada

 
Uma bebida refrescante para os dias quentes...muito bom, saudável e, em conta, se tiver um limoeiro no quintal.

06/10/2011

Rádio Lajes


...Pela primeira vez eu e as minhas pequenas fomos oficialmente apresentadas a uma estação de rádio. Foi muito interessante conhecer a História e perceber a importância e impacto que a rádio Lajes teve e continua a ter para a população local. Fica o agradecimento ao Quintela, Oficial da Força Aérea Portuguesa que simpaticamente nos acompanhou e, in loco, explicou muito do funcionamento de um programa em directo ou não.

05/10/2011

Restaurante Ti Chôa

Apesar de não ser uma crítica gastronómica, pelo menos profissionalmente, a minha formação académica aliada ao meu percurso de vida, permite-me que consiga facilmente diferenciar em termos gastronómicos e técnicos o que é verdadeiramente bom, daquilo que não tem interesse nenhum.



As experiências que entretanto vou acrescentando ao meu repertório gustativo, revelam que podemos encontrar refeições inesquecíveis, daquelas que nos fazem viajar pelo mundo dos sabores, em restaurantes que marcam pela diferença no contexto onde estão inseridos.
Mais ou menos há cinco anos atrás, numa viagem de família à Terceira, nos Açores, uma docente da Universidade dos Açores falou-nos sobre um restaurante que tinha acabado de abrir - o Ti Chôa.
A curiosidade nesta nova aventura gastronómica, fez-nos passar por pelo restaurante ao final de uma tarde de passeio porém, o mesmo ainda não estava aberto para o serviço de jantar.
A simpatia de uma das proprietárias, a Delize, foi mais do que um convite para nos sentarmos um pouco ao balcão e travarmos uma agradável conversa que durou algum tempo.
Ficamos a conhecer a história do restaurante e a razão do nome do mesmo. Ti Chôa era a alcunha de um emigrante terceirense que viveu durante muitos anos na Argentina.
Quando Ti Chôa regressou à Terceira em definitivo, trouxe com ele muita vida e uma alegria diferente daquela que as pessoas estavam habituadas a ver.
Apesar do sotaque açoriano ser logo à partida sui generis perante as pessoas do continente, Ti Chôa que era um homem de estrutura física invulgar, cujas vestes tinham uma forte influência dos Pampas, conseguia ter um sotaque ainda mais fora do vulgar que o habitante local, algo que era único e inconfundível. A utilização da expressão Chôa na sua linguagem quotidiana era apenas um dos muitos exemplos daquilo que Ti Chôa trouxe desta partilha cultural, resultado dos anos de emigração. Delize, sua mãe e irmã decidiram abrir o restaurante e deram-lhe o nome daquele Homem invulgar que alegrou a Serreta até o dia da sua morte...Ti Chôa.
Eu e a minha família gostamos imenso do restaurante. Na nossa última visita à Terceira, a minha cara-metade tomou a precaução de fazer a nossa reserva para uma Sexta-feira (noite muito concorrida), ainda de Lisboa, para não corrermos riscos. No Ti Chôa, não estão a espera que o cliente acabe a sua refeição para preencher a mesa com outro cliente. A mesa está destinada aos clientes por toda a noite, pois o ritual dos pratos, desde a entrada até a sobremesa, passando pela oferta dos licores caseiros é algo que acontece com calma ,num ambiente familiar e descontraído.
Na Cozinha está a mãe e a irmã da Delize, são elas que confeccionam as extraordinárias iguarias que ajudam a dar fama ao espaço. A Delize por sua vez está na sala, passeia a sua elegância e beleza muito própria de quem é autêntica naquilo que faz. Procura saber se está tudo bem com os clientes, se estão a gostar, dá sugestões acertadas e troca impressões sobre temas de interesse mútuo. Tem aquilo que eu costumo apelidar de boa conversa.
Alcatra e vinhos açoreanos (tinto -Terras de Lava / branco - Frei Gigante)

torresmo e molho de fígado
Às sextas-feiras, sem reserva antecipada, não há jantar. Neste dia alguns dos clientes habituais aproveitam para animar o espaço com música ao vivo, dança e muita animação, que surje naturalmente numa interacção entre clientes que já conhecem e outros, como nós, que passamos a fazer parte daquela festa. É neste dia que o pão caseiro é cosido no forno de lenha aromatizado com folhas de figueira.
 Sexta-feira ao jantar (quem está a tocar é um cliente habitual)
Por fim e não menos importante, fica uma pequena ideia dos doces pecados a que temos direito...
Meloa da graciosa e mousse caseira de morango
Um miminho da Delize

Raios partam as melgas

Que literalmente não me largam! Estou cheia de picadelas e já não há nada a fazer. A culpa deve ser deste calor fora de horas...até os insectos, ficam confusos com este tempo.

04/10/2011

Até na natureza...

A distância tem de ser relativa quando o amor é grande!
Actualmente a maior parte das pessoas que eu conheço não acreditam no amor à distância...será que elas acreditam mesmo no amor ou confundem este sentimento apenas com o lado carnal da coisa? 

19/09/2011

Crise?

Como o nome do meu blogue designa (foi baptizado por mim própria), este é um espaço de partilha que nasceu naturalmente depois de eu ter vivido uma experiência muito sui generis que felizmente já faz parte do mais longínquo passado.
Neste momento sinto-me bastante realizada e feliz em perceber que As Horas de Partilha é parte integrante da rotina de leitura de algumas pessoas que, mesmo anonimamente, se dignam e gostam de passar os olhos pelas humildes palavras desta pensadora que um dia pensou ser capaz de escrever um livro.

Não escrevo neste espaço tantas vezes como gostaria…quase me atreveria a dizer que a minha criatividade está em crise tal e qual o país em que vivo. Por mais que eu tente fugir ao tema, não consigo fazê-lo pois o ar que respiramos está carregado de pessimismos típicos de momentos que parecem inultrapassáveis.

Tenho de encontrar forças para sair desta pasmaceira intelectual e dedicar-me a este cantinho que é meu e teu...

16/09/2011

A Rô está de volta

Depois de umas férias que foram merecidas ao pormenor, regressei ao trabalho…ontem fez uma semana. A vontade de escrever no meu blogue era mais que muita no entanto, o regresso à "normalidade" trouxe muitas preocupações e muito trabalho. Para quem me conhece bem, outra coisa não era de esperar.
As energias que foram recarregadas durante este período, diga-se de passagem fabuloso, rapidamente se desvaneceram dando lugar ao antigo registo de trabalho intenso e algum stress, por enquanto, ainda controlável.
Tenho de encontrar o espaço de tempo necessário para poder escrever com a qualidade necessária sobre os locais por onde passei, sobre as pessoas que conheci, sobre aquelas que tive a oportunidade de rever e cuja magia continua intocável e, as outras pessoas, que por condicionantes das mais variadas, deixaram de ocupar a assoalhada da minha consideração.
 http://obloguedamaggie.blogs.sapo.pt/294344.html [em linha 16/09/2011]