31/07/2014

Viver a vida alheia

A vida da famelga lá de casa é tão cheia de amor e alegrias (obviamente que até nas superações somos uma autêntica família), que conseguimos encher o vazio de quem não tem vida própria.

29/07/2014

Crónica de Rodrigo Guedes de Carvalho

"Carta a Judite
Não estive no funeral do teu filho. Por um lado, ando muito, mas muito zangado com a morte. Tenho tido a minha dose de dor nos últimos anos, e a simples ideia de uma comoção sem igual põe-me à defesa. Por outro lado, não será difícil adivinhar que pouco te lembrarás ou quererás lembrar desse dia. Claro que te reconforta o mínimo dentro do impossível de reconfortar, e que cada pessoa que chegou e te abraçou pareceu acompanhar-te um pouco, defender-te um pouco, dar-te a oportunidade para chorares outra vez e te interrogares outra vez, sobre a estupidez violenta e brutal de tudo isto. Depois o abraço acaba, e a dor não. Depois, e acima de tudo, é este o momento em que nos apercebemos do pouco, tão pouco, tão nada, que são as palavras com que nos entendemos todos os dias. Há pêsames, há condolências, há apelos à tua coragem para o futuro, há certamente quem te diga que ele há-de estar em paz, num sítio melhor deste que nos cabe percorrer, ainda, por aqui. E tudo dito com genuína comoção, tudo dito com sincera partilha de sofrimento. Mas as palavras não são deste reino em que te fizeram mergulhar. Nós, que trabalhamos uma vida inteira com palavras, que lhes sabemos o peso e medida certas para passar certas mensagens, e vêm estes dias, afinal, demonstrar-nos que elas pouco valem quando o coração fica pouco mais do que um bicho, assustado, desorientado, sangrado sem volta atrás. Alguém disse um dia que a morte de uma criança faz com que todos os pais de todo mundo abracem sofregamente todos os filhos. É tão verdade. E como tantas outras verdades, pouco pensamos nela. Porque não queremos pensar. Pela simples razão de ser o horror maior, o mais inominável, o mais indesejável de nos surgir ao caminho nesta vida. Há também os que dizem que uma morte é uma morte, todas se comparam. Não é verdade. Porque algumas, por mais que nos rasguem, inscrevem-se no que consideramos ser uma normal cadência de idade. Por isso nunca será compreensível, nunca, que um filho nos morra. Não estamos, felizmente, programados para  o desaparecimento das nossas crianças. Não, não me enganei. Disse crianças. Haverá quem por aí insista em dar-te as condolências pela perda de um homem de quase 30 anos, de quem se conhecia um sorriso sereno, que estudou e aprendeu e se apaixonou e se preparava para um estimulante desafio profissional. As pessoas insistem que foi este homem que perdeu a vida, mas penso que  o teu coração será como o meu, e como o de todos nós. Que um filho nunca é um homem, ou uma mulher. Porque ter um filho é fechar os olhos e lá vem aquela noite em branco, a embalá--lo porque fazia uma birra, lá vem a primeira bicicleta, nós a segurar no assento para ele não cair, lá vem o dia em que o vestimos para o levarmos à escola pela primeira vez, ou nós na praia, a pormos-lhe um chapéu na cabeça de bebé e a trazê-lo para a sombra do guarda-sol, onde há-de adormecer exausto com a brisa do mar, agarrado a uma chupeta, com uma fralda de pano sobre os olhos, ou a cara dele nos natais, enquanto desembrulhava as prendas, sentado de pijama junto à árvore iluminada. Não, os nossos filhos não são homens ou mulheres, são sempre isto. E por isso não há palavras neste mundo que cheguem. Mas tu estás cá. Estás ainda cá. E por ele deves abraçar todas essas recordações, todas, todas, as que ninguém te tirará nunca, e com elas, com a força delas, recomeçares a viver. Um dia de cada vez.
Um beijo grande,  Rodrigo"

28/07/2014

"Roubado"

C.Lopes, bem te disse que ia "roubar" esta frase. Aqui está ela acabadinha de sair do teu facebook:
"Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses."
[Rubem Alves]

17/06/2014

25º Aniversário de Casamento [Pipo & Pipa]


É chegado o dia de comemorar 25 anos ao teu lado. Quando nos casamos, esta data parecia tão distante que durante muito tempo nem sequer pensamos nisto.
O caminho que percorremos para aqui chegar foi por vezes tão sinuoso, como repleto de desafios interessantes. Foram tantas a músicas que ouvimos e dançamos, viagens que fizemos, momentos que fizemos questão de esquecer e outros, muitos outros que pela nossa vontade, continuariam eternamente e fariam o tempo parar. 
Fomos cúmplices e amigos, amámos-nos como se não houvesse amanhã e fomos capazes de manifestar o nosso carinho ao longo de todos estes anos, como só os namorados sabem fazer na perfeição.
Sem nunca termos tido acesso ao manual da felicidade matrimonial, se é que tal existe, fomos aprendendo com os nossos erros, fomos acrescentando diariamente valor à nossa relação. Tiramos o melhor dos bons exemplos que encontrámos no nosso percurso e, afastámos quem nos ludibriava trazendo discórdia e más energias, como se separa o trigo do joio. 
Éramos muito jovens quando nos casámos e, desde aquela altura, sempre soubemos aquilo que desejávamos alcançar, que a felicidade não era um dado adquirido e o amor não perdura por si só; tem de ser cuidado diariamente, tem de ser atento, paciente e por vezes impaciente, tem de ser tempestuoso e muito ardente! Tem de saber esperar pelo momento certo e ser silencioso sem cair na pasmaceira e no desleixo. O amor tem de ser crente e ter forças de superação, tem de ser simplesmente verdadeiro.
Foi “ligeiramente” difícil preparar-te uma surpresa, mesmo surpresa! Como já é habitual na nossa vida, tivemos de alterar os nossos planos iniciais e no meu caso específico, foi uma corrida contra o tempo até ter a surpresa definitivamente pronta. A viagem até Las Vegas vai ter de esperar uma nova oportunidade e a escapadinha para um Hotel de luxo no Algarve, com direito à massagem e outros pequenos mimos, ficou completamente condicionada quando eu soube que estavas a trabalhar.
Tive de colocar em prática o meu poder de adaptação para uma surpresa que já estava a ser preparada desde o verão do ano passado.
No momento em que estiveres a ler este post e se tudo estiver a correr conforme planeado, já visualizaste a primeira parte de um projecto que não será tornado público por razões óbvias embora, faço questão de partilhar uma pequena parte no meu blogue.
O meu objectivo principal foi sempre de poder te oferecer uma experiência única e marcar este dia de uma forma inesquecível. Foram tantas as ideias que me assolaram os neurónios ao longo deste ano, que o mais complicado foi efectivamente decidir aquela em que eu conseguiria colocar a funcionar...
Eu teria muito mais para escrever neste dia tão importante da minha vida afinal, são 25 anos. Contudo, prefiro parafrasear uma música conhecida e te convidar a ver a versão pública do vídeo comemorativo desta data:
Eu tenho tanto para te falar mas com palavras não sei dizer, como é grande o meu amor por você♫ 

10/04/2014

Dia das irmãs

Lá estou eu embaída no dia das irmãs. Hoje, quando vinha para o trabalho, ouvi na rádio comercial uma série de tesourinhos sobre siblings. Tenho a sorte, ou não, de ser a filha mais nova de quatro irmãos. A minha irmã tem apenas alguns anos de diferença comigo contudo, quando éramos crianças, esta diferença notava-se mais. Hoje somos mulheres crescidas, mães dos nossos filhos e amigas uma da outra. Nada conseguirá desfazer os laços que nos unem e a cumplicidade de entendermos uma à outra sem cobranças e sem devaneios. Respeitamo-nos na igualdade e na diferença e temos muitas saudades, indubitavelmente, uma da outra.
Para ti mana, que tens como eu o nome parecido com uma rosa, deixo um beijo especialmente cheio de ternura, em nome de todos os momentos que vivemos juntas.

08/04/2014

Parabéns Jolie!


Nem sempre é fácil expressar por palavras alguns dos sentimentos que nos enchem a alma. Hoje sinto-me verdadeiramente feliz e não quero esconder esta alegria. faz hoje 17 anos que nasceu a minha filha mais nova e desde então, a vida da maralha lá de casa, literalmente nunca mais foi a mesma. Os filhos têm este poder; chegam e mudam tudo sem sequer darem conta de nada.
Quem conhece a Jolie sabe em pormenor o que significa conviver com ela. Foi uma criança e, agora é uma jovem bastante humorada, alegre, cheia de vida e tem vários aspectos que a tornam uma pessoa diferente, cuja postura zen me acalma os nervos em momentos menos bons. 
Durante este 17 anos choramos juntas e rimo-nos às gargalhadas de tantas partidas e diabruras.
A família teve uma animal muito especial, a Necas que já morreu contudo, que acompanhou uma grande parte do crescimento da Jolie. Para a Necas, a Jolie era o elo mais fraco lá de casa porventura, fruto do famoso corte de bigodes seguido do alto e bom som, não fui eu, que deixou o animal cabisbaixo e desorientado durante algum tempo ou então, das várias tentativas sem sucesso, de lavar os dentes do bichano com escova e pasta de dentes. Memórias à parte, aquilo que ficou foi o registo de todas as tentativas de fazer da Necas o seu brinquedo favorito, com um pequena cicatriz que agora dá uma sensualidade marcante à protagonista humana destas cenas.
Por esta altura em 1997, eu estava a sentir o cheiro doce e inigualável da minha menina, estava a mirar a profunda infinidade do amor que aquele anjo trouxe à minha vida, estava a amar como só uma mãe o sabe fazer, estava em pleno e sincero delírio...
À distância destes 17 anos, quero desejar que sejas muito feliz, que continues a trazer alegrias para a vida de quem contigo tem o privilegio de conviver e que realizes todos os teus sonhos. Be Happy and as you know...I LOVE YOU!!!

04/04/2014

[IN] UTILIDADE



Ontem recebi uma mensagem tão linda que não resisto em partilhar: 

...a utilidade é uma coisa muito cansativa. Você ter utilidade pra alguém é uma coisa muito cansativa. Tá certo, realiza...humanamente falando é interessante você saber fazer as coisas, mas eu acredito que a utilidade é um território muito perigoso, porque muitas vezes a gente acha que o outro gosta da gente, mas não. Ele tá é interessado naquilo que a gente faz por ele. E é por isso que a velhice é esse tempo, que passa a utilidade e aí fica só o seu significado como pessoa. Eu acho que é um momento que a gente purifica, né? É o momento em que a gente vai ter a oportunidade de saber quem nos ama de verdade. Porque só nos ama, só vai ficar até o fim, aquele que depois da nossa utilidade, descobrir o nosso significado. Por isso eu sempre peço a Deus, sabe? Sempre faço a Ele, a oração de poder envelhecer ao lado das pessoas que me amem. Aquelas pessoas que possam me proporcionar a tranquilidade, né..de ser inútil, mas ao mesmo tempo, sem perder o valor. Quando eu viver aquela fase na vida: põe o Padre Fábio no sol...tira o Padre Fábio do sol...aí eu peço a Deus, sempre a graça de ter alguém que me coloque ao sol mas sobretudo, alguém que venha tirar depois. Alguém que saiba acolher a minha inutilidade. Alguém que olhe pra mim assim...que sabe, que possa saber que eu não sirvo pra muita coisa, mas que eu continuo tendo meu valor. Porque a vida é assim minha gente, fique esperto, viu? Se você quiser saber se o outro te ama de verdade, é só identificar se ele seria capaz de tolerar a sua inutilidade. Quer saber se você ama alguém? pergunte a si mesmo: quem nessa vida já pode ficar inútil pra você, sem que você sinta o desejo de jogá-lo fora? É assim que nós descobrimos o significado do amor. Só o amor nos dá condições de cuidar do outro até o fim. Por isso eu digo: feliz aquele que tem ao final da vida, a graça de ser olhado nos olhos e ouvir a fala que diz: você não serve pra nada, mas eu não sei viver sem você.
Padre Fábio de Mello

19/03/2014

José de Alvarenga, o meu PAI

Sou Mãe e não sei o que é ser Pai contudo, sei exactamente o significado de ser filha. 
Tive um pai à antiga, daqueles que impunha grande respeito e limitava muito claramente a linha que separava nós, os filhos, dele. Não eram precisas muitas palmadas (só me lembro de uma ligeira palmada, muito ligeira...mas que doeu na alma)
Quando algum dos meus irmãos fazia alguma asneira e tentava fugir às responsabilidades, havia uma formação quase militar onde fazíamos uma fila indiana, do mais velho para o mais novo e lá íamos andando ao ritmo das bolachadas nas palmas das mãos (com chinelas havaianas), até que o "culpado" se pronunciasse. Nunca chegava à minha vez e, se chegava, aquele Senhor sabia que naquela palminha de mão tão minúscula, não cabia nada para além de beijinhos. Ele via a minha cara de assustada e dava-me uma palmadinha quase a pedir desculpas. Hoje, à luz da distância, tenho a certeza que meu pai sempre soube quem era o autor das diabruras. Ele sempre soube.
Já não vejo o meu pai desde 2012. Na última vez que estive com ele, soube-me tão bem, soube-me a pouco. Continuo a achar que o meu pai é um Homem lindo, super ponderado, carinhoso, amigo e muito querido. Está cheio de cabelos brancos; os poucos que lhe restam na cabeça, nos braços, nas pernas e até se me for permitido dizer, no coração. Tantos cabelos brancos, são simplesmente sinais de muita paciência e muita dignidade.
Achava que meu pai era perfeito. Com o passar dos anos pude verificar que ele é tal e qual todos os outros seres humanos, tem falhas e já cometeu erros e, isto faz com que ele seja ainda mais especial para mim. Ele é perfeito aos meus olhos e sempre o será.
Em determinados momentos da minha vida, senti tanto a falta do meu pai que julguei não ser capaz de superar os problemas com os quais me deparei no entanto, ultrapassei tudo sem sequer o preocupar com as minhas aflições.
As vicissitudes da vida permitiram-me olhar para o meu pai de uma forma realista ou seja, sem o encanto normal e completa cumplicidade que existe normalmente, nas relações entre pais e filhas. A leitura que faço daquilo que percepciono é substancialmente positivo. Tenho um pai cinco estrelas que apesar da distância está diariamente nos meus pensamentos. 
Pai, amo-te à Portuguesa e te amo à brasileira!

11/03/2014

Há noites assim

Na prévia das surpresas para as bodas de prata, eu e o maridão estivemos num restaurante completamente disponível para nós dois e mais ninguém. O cenário era tal e qual a cena de filme romântico, onde não faltou nadinha mesmo. Música ambiente só para nós, várias conversas, muita cumplicidade (habitual entre nós), gastronomia muito bem confeccionada, um chefe de cozinha e uma empregada de mesa à nossa inteira disposição. 
Acreditem se quiser...só posso garantir que aconteceu mesmo. 

19/02/2014

Feliz Aniversário Daniela

Faz hoje 20 anos que nasceste e desde então, a vida do casal Baptista nunca mais foi a mesma. 
Foi contigo que iniciamos a tarefa única (sem manual de instruções), de sermos pais. A decisão de ter um filho foi mútua aliás, como tudo na nossa vida e partilhamos todas as alegrias e angústias do tão desejado dia do teu nascimento, com todos os pormenores incluídos. 
Tive a sorte que algumas mulheres não têm, de ter sido acompanhada em todos os momentos desta caminhada pelo teu pai. No dia do teu nascimento, foi ele que me tentou manter calma e distraída nos momentos mais complicados, de um parto que foi uma aventura. 
A alegria de te ver fora da minha barriga foi inexplicável e nada mais interessava depois de te ter nos meus braços, nem as dores, nem os gritos das outras mulheres (eu aguentei-me à bronca), nem o mundo para além de nós três. Deste outra dimensão à família e proporcionaste-nos tantas alegrias e tantas preocupações que tendo em conta a distância dos factos, não consigo discernir todas as memórias...são tantas.
Como deves calcular, ninguém para além de mim, do teu pai e da tua irmã, te desejam tão bem nesta vida e em qualquer outra que possa existir portanto, neste dia que também é teu e nosso, desejo-te tudo de melhor que a vida tem para oferecer e que acima de tudo sejas muito feliz!

14/02/2014

Valentine's Day


Sou uma lamechas e gosto muito de comemorar datas, aquelas que são oficiais e todas as outras que eu fui inventando na minha vida.
Adorei aquela fase em que vivi na Bélgica onde quase tudo era efusivamente comemorado e regado em boa medida, com cerveja, da boa. Aquilo sim, foram bons tempos.
O dia dos namorados ou valentine's Day era aproveitado para expressar sentimentos de amor, amizade e carinho com postais, flores, chocolates, peluches e outros afins mais picantes (para animar a coisa se é que me faço entender).
Da minha marotice habitual, aquela que faz parte do meu ADN, lembro-me de algumas ideias bastante incentivadoras para um dia ou uma noite inesquecível. Isto porque há que manter a criatividade, o que no meu caso, não é muito difícil diga-se de passagem. Atenção que não me estou a gabar, estou simplesmente a dizer com todas as letras, que a chama da paixão só se mantem acesa, se volta e meia, um dos elementos do casal tiver a coragem de surpreender o outro e, com quase 25 anos de casamento, já fui surpreendida e surpreendi outras tantas. Às vezes, basta um pequeno gesto ou outros detalhes muito simples, que coíbo-me de partilhar publicamente. 
Portanto, não quero deixar passar este dia sem uma palavra para todos aqueles que acreditam na força do amor. 
Um beijinho especial ao meu marido, minhas filhas, meus pais e irmãos, minha sogra e todos os meus amigos.

10/02/2014

Fugitivo

Questiono-me muitas vezes a razão que leva algumas pessoas a se desviarem das suas responsabilidades. Ainda não cheguei a nenhuma conclusão óbvia que não seja a resposta mais fácil: não dá muito trabalho descartar seja o que for, para cima de terceiros. 
Normalmente este tipo de ser vivo é recatado/introspectivo e não fala mais do que o essencial. Quando abre a boca diz aquilo que convém de uma forma maquiavélica e minuciosa (não vá o diabo tecê-las). As meias expressões ou entrelinhas é sempre mais favorável para quem quer estar sempre benzinho, com o céu e o inferno. Quer agradar a Deus e ao Capeta ao mesmo tempo.
Eu não me identifico com esta espécie pouco rara e, assim como a hera, que cresce, cresce e cresce como se fosse uma erva daninha e tenta esmagar tudo à sua volta, estes extraterrestres sufocam tudo à sua volta.
Cruz credo, vai tirar água do capote para outro lado que comigo não cola...
...e foi.

07/02/2014

Lema do dia

Manter a classe e a elegância mesmo que apeteça descer dos saltos altos com algumas reivindicações. 

03/02/2014

O poder de voar sem asas

" - I wish you could see what I can see
- Sometimes you have to be up really high to understand how small you are"
- I'm coming home now."

22/01/2014

Ser ou Parecer?

Quando passas mais tempo preocupado(a) com a vida alheia do que com tua;
Quando dás mais valor aquilo que os "amigos" te dizem, sem ouvir quem se preocupa verdadeiramente contigo;
Quando não consegues distinguir amigos de desconhecidos;
Quando te encantas por pessoas ou situações que te colocam numa situação frágil;
Quando valorizas sobretudo, bens materiais em detrimento de valores, respeito e honra;
Quando andas na onda dos outros e não na tua;
Quando queres Parecer aquilo que não és, 
Sofres e fazes sofrer quem te conhece de algibeira. Acorda e a abre a pestana. O mundo está a tua espera e ainda nem deste por isto.

17/01/2014

Entre outras coisas...


...coincidência é gostar de aviões desde a infância e ter um marido piloto.
Tive a oportunidade de conhecer os aviões Epsilon TB30, na versão original, quando chegaram em Portugal já lá vão uns valentes 25 anos, se não estou em erro.
Naquela altura eu tinha a possibilidade de ver algumas das manobras desta máquina voadora, da janela da casa onde eu vivia. 
Uns são videntes e, outros como no meu caso, conhecem os aviões pelo barulho que fazem. As vezes me engano (e os videntes também) mas regra geral, bate a bota com a perdigota.