27/06/2016

Conections do Fundão

Trabalho numa instituição com os melhores alunos do mundo ou não?!
Esta encomenda foi feita há mais de quinze dias e estava a ver que não comia cerejas este ano. 
Se a foto não serve como prova de que eu estava enganada só posso garantir que o meu serão de hoje vai ser, com certeza, muito interessante. 
Obrigada, Daniel. 

13/06/2016

Mielopatia degenerativa - Uma realidade na minha família

Quando se gosta de um animal como parte integrante da família tenta-se encontrar respostas para o sofrimento que se aproxima, para o inevitável.
Tive sempre algumas dificuldades em passear a nossa cadela pastor alemão  ao longo destes quase 13 anos, que ela está na nossa família, devido à força, energia e espírito de liberdade típico dos pastores alemães. Pelo menos uma vez fui literalmente arrastada por ela quando tentou  perseguir um cavalo.
Por mais que desejássemos fazê-la uma cadela educada e sociável com os outros cães, foi algo que nunca conseguimos fazer. Nos primeiros anos de vida andou em treinamento mas manteve sempre a sua personalidade de cão de guarda, fiel à família e do mais fiel que pode haver.
Ela até poderia fazer o pino de tão inteligente que sempre foi mas, quando se tratava de estar ao pé de outros cães a coisa mudava de figura sobretudo, se outros canídeos lhe viessem chatear cheirar, no seu diâmetro de conforto. 
Aquele olhar meigo e doce, aqueles olhos castanhos cor de mel olham agora para nós, como se nos perguntasse diariamente: o que se passa comigo?
Desde que estamos a viver no campo notamos algumas mudanças que a princípio, não nos pareceu sintoma de uma doença.
Como eu disse anteriormente, no início todos achávamos alguma piada à forma como ela fazia as necessidades quando íamos passear. Para fazer xixi ainda conseguia agachar e talvez por esta razão não relacionámos que estivesse a ficar doente. O que começou a ser estranho era a forma como ela começou a fazer cocó pois, fazia-o sem parar de andar e arrastava ligeiramente as patas traseiras. Cheguei a comentar isto com várias pessoas amigas e todos diziam o mesmo ou seja, vai na volta e a cadela está tão contente por estar no campo com tantas coisas para cheirar que tem de aproveitar todos os instantes para cheirar tudo o que puder mesmos que tenha de fazer cocó ao mesmo tempo.
Voltei a passeá-la sozinha e ainda o fiz durante alguns meses com ela a manter este padrão de arrastar as patas traseira quando ia começar a fazer cocó.
Foi num domingo, em novembro de 2015, que fui fazer o passeio habitual com ela e tudo ficou literalmente diferente desde então. De notar que o percurso não era longo nem difícil mas, tornou-se num calvário. Em determinado momento do passeio ela deixou-se cair depois de fazer xixi e assim ficou sem conseguir levantar.  Foi como se ficasse paralisada das pernas traseiras de um momento para o outro e aquele olhar meigo e doce continuava a olhar para mim cheia de dúvidas e eu completamente à nora, sem saber o que estava a acontecer sem saber como ajudar, sem nenhum carro que passasse nas redondezas e que eu pudesse pedir ajuda, sem nenhum vizinho que eu pudesse chamar para me trazer um carrinho de mão ou algo que valesse a pena para transportar a minha kika com quase 40 kilos, sem o meu marido em Portugal, sem as minhas filhas ao pé de mim e eu que não podia fazer nenhum esforço físico pois estava recém operada. As lágrimas não tardaram a correr pelo meu rosto e no meio de tanta emoção, sentei-me ao lado dela e fiz-lhe festinhas, muitas festinhas e disse para ela ter calma que tudo aquilo ia passar. Tive de manter a calma pois não tinha outra opção. Depois de alguns minutos a descansar ela conseguiu dar uns passos e voltou a cair nas patas traseiras. Fizemos o percurso de regresso à casa todo assim e a Kika nunca mais voltou a ser como era, fisicamente claro.
Na semana seguinte tivemos de chamar o veterinário à nossa casa e a Kika foi fazer exames de diagnóstico ao Centro Veterinário. Para além dos vários bicos de papagaio, ela tem uma doença que ataca sobretudo pastores alemães entre o 5.º e o 14.º anos de vida, a mielopatia degenerativa, uma doença medular sem tratamento e sem cura.
Aquilo que tentamos fazer diariamente é oferecer amor, muito amor, bem estar e qualidade de vida, até não ser mais possível.
Neste momento ela já não consegue controlar as necessidades fisiológicas e está cega de um olho mas é amada como no 1.º dia em que chegou à nossa casa.
Temo o pior e partilho esta experiência na expectativa de ajudar outras famílias que estejam a passar pelo mesmo.

06/06/2016

Sabe que noite é hoje?

Hoje a noite quando for dormir faça uma oração ou simplesmente pense nos 37 mil soldados que perderam a vida há 72 anos, quando desembarcaram na Normandia. 
O dia D é considerado até hoje a maior invasão marítima da História.

29/05/2016

Ninguém merece esta violência

Não há nenhuma desculpa no mundo que possa abonar as atitudes daquele grupo de anormais que violaram a jovem de 16 anos no Rio de Janeiro.
Só quem nasce e cresce num país onde a taxa de violação é mais do que elevada, sabe o que estou aqui a dizer. Ter de sair de casa todos os dias para ir à Escola, trabalho ou faculdade e ter de estar constantemente a olhar por cima do ombro para tentarmos garantir que nenhum tarado nos está a seguir é algo que só quem já viveu na 1.ª pessoa sabe o que significa.
A insegurança no Brasil não é vivida apenas dos roubos por esticão, assaltos à mão armada, violência de diversas formas e pivetes (miúdos de rua) que metem alguns dos mais famosos gangsters, no chinelo. 
Posso dizer que vivi a minha adolescência com medo...tinha pânico de ser violada como qualquer outra menina com a minha idade na altura, como qualquer mulher no Brasil. O medo é algo que se entranha dentro de nós perante algo que sabemos que não é bom, algo que não nos vai trazer boas experiências, algo que magoa, que faz doer, que pode aleijar seriamente o nosso corpo e que pode nos tirar a vida.
Tive uma colega da escola primária que levou um tiro no peito pois, no meio da madrugada acordou com um barulho estranho no quarto e deu de cara com um bandido.
Noutra ocasião foi num dia de alvoroço no bairro onde eu nasci e cresci que vi uma mulher morta e largada detrás de uma paragem de autocarro. Tinha vários tiros no corpo e estava deitada de barriga para baixo. 
Quando crescemos num ambiente deste género temos de criar algumas defesas e estarmos à frente daquilo que pode vir a acontecer. 
Como eu era uma medricas do caraças, andava constantemente a olhar para a minha sombra não fosse ser traída por um mero descuido. Por mais que eu tentasse relaxar era impossível. 
Até em casa passei a colocar nas janelas do meu quarto uma garrafas amarradas para fazerem barulho se alguém tentasse forçar a entrada e tinha um medo que me pelava de ir ao quintal à noite. Foram tantas vezes que ladrões tentaram entrar em casa dos meus pais que perdi a conta. Tínhamos 1 cão à frente de casa e outros 2 no quintal. Numa das vezes o ladrão queria entrar em grande pela porta principal da casa e não mediu esforços e levou uma cadela em pleno cio para entreter o Nero, nosso cão de guarda. Sem entrar em grandes detalhes o individuo teve azar mas tenho noção que podia ter sido muito pior para ele.   
Voltando à situação da jovem violada por 30 anormais no Rio de Janeiro, há uma coisa que eu sei e ninguém mudará o meu pensamento: 
O mundo estaria muito melhor se esta estirpe não existisse e até lá, deviam lhes cair as pilas aos pedaços, como se fosse lepra. E mais não digo.

28/05/2016

Dia dedicado à comunicação social

Na semana passada estive a acompanhar uma iniciativa dedicada à comunicação social e conheci alguns jornalistas impecáveis.
Aprendi a fazer um cocktail super fresco e muito bom para o verão.

                #fernandoalvim

23/05/2016

Hoje é o dia da Mãe

Mãe...
A gigantesca distância que existe entre nós é meramente factual e tentarei nunca mais te julgar por isso.
Devo entretanto, dizer-te muito claramente que não tens culpa de nada, ninguém tem e ao mesmo tempo todos temos, acho eu. Trato-te por tu porque é assim o tratamento que eu e as minhas filhas temos umas com as outras. É carinhoso, mostra proximidade e sobretudo, a grande e síncera amizade que nos une como mãe e filhas.
Demorei imensos anos e julgo que foram os suficientes para escrever esta mensagem. Foi preciso que eu percebesse que as famílias não são perfeitas como eu pensava que eram quando tinha 15 anos, que eu pudesse perceber que as mães, não são todas iguais mesmo que eu teimasse em querer que minha fosse como eu sempre sonhei que fosse.
Contigo aprendi a interiorizar aprendizagens pessoais que me foram muito úteis quando fui mãe e é exactamente por este motivo que depois de estar longe tantos anos (física e sentimentalmente) me sinto fortemente compelida em escrever esta mensagem.
Julgo que te farei feliz se te disser que me lembro de alguns momentos felizes na nossa vivência, eles existiram e sabes que mais? Eu fui muito feliz. Não me recordo da festa do meu 1.º aniversário, apesar de haver fotos que o comprovem mas, lembro-me já bastante crescida de me deitar no teu colo por alguns momentos e sentir o teu cheiro. Nunca mais me esquecerei, foi mágico.
Contigo aprendi que quando eu fosse mãe das minhas filhas, tinha de falar com elas sobre todos os assuntos. Nunca na vida iria permitir que elas soubessem da menstruação pelas colegas da escola, como eu soube, que tivessem vergonha ou medo de falarem de qualquer assunto mesmo sabendo que eu me ia passar da cabeça com algum disparate que tivessem feito, não conceberia não lhes dizer que as amo várias vezes por dia e ouvir da voz delas a mesma expressão e sentimento. Eu tinha de fazer diferente daquilo que me aconteceu, eu tinha de mudar o filme pois, doutra forma, eu estaria a repetir uma película gasta pelo tempo. Julgo que esta é uma das lições a que me propus viver quando escolhi ser tua filha e só agora sinto-me em condições de expressar o meu agradecimento pelo facto de tudo o que eu vivi contigo me ter ajudado a ter crescido como mãe, como pessoa. 
Até há pouco tempo eu não percebia a razão pela qual a nossa relação mãe/filha era tão estranha mas, agora percebo. Ambas tivemos de viver estas experiências para crescermos como seres humanos e para as nossas almas ficarem mais evoluídas.
Só consegui este género de aprendizagem porque prometi a mim própria ainda muito jovem que tentaria ser uma pessoa melhor, todos os dias da minha vida, custasse o que custasse. 
Eu tive medo, medo que a nossa realidade mãe/filha fosse única no mundo, medo da incompreensão, medo das opiniões dos outros, medo das aparências, medo de deixar passar a oportunidade para te dizer que apesar de te amar imenso porque és a minha mãe, não podia permitir que me magoasses mais...e sabes mãe, o sofrimento e a angústia acaba exactamente quando tem de acabar, no momento certo. 
Imagino que a tua infância não tenha sido fácil e não encontro outra explicação para tantas mágoas interiorizadas e tantos recalcamentos. Tenho pena que nunca tenhas tido a capacidade de desabafar connosco sobre aquilo que te apoquentou, teria sido muito mais fácil para todos nós. Teria sido menos penoso para ti...
Sou uma pessoa cheia de defeitos mas deves reconhecer que tentei, sempre, ser uma filha exemplar. Esta tentativa de agradar transformou-me numa pessoa muito exigente a nível pessoal, à procura da perfeição. É um defeito chato que não me permite levar a vida de forma descontraída. 
Tentei fazer com que tivesses orgulho em mim como criança, jovem, estudante, mulher e, sabes mãe, não viverei mais na sombra de uma ilusão, não me permito sofrer mais um dia sem dizer-te que também tu não mereces sofrer.  
Este ano perdi uma pessoa de quem eu gostava imenso e esta perda fez com que a minha perspectiva da vida se alterasse quase completamente.
Se calhar os meus irmãos não irão perceber patavina daquilo que aqui escrevo, dos sentimentos que carregam cada uma destas palavras mas, tenho a certeza que a mãe entenderá, tenho a certeza que sim.
Esta é uma conversa nossa e de quem souber interpretá-la de forma correcta. Não é uma conversa de cobrança, é na verdade um agradecimento pois, sou quem sou e agradeço-o com imenso orgulho a pessoa que sou, a ti, mãe.
Podemos ficar em paz uma com a outra? Se quiseres e te sentires confortável contigo própria, podes dizer baixinho só para o teu coração ouvir: Sim, filha. Podemos ficar em paz uma com a outra e sabes que mais? Eu te amo... 
Para mim seria suficiente.

22/05/2016

Estamos à tua espera

Eu, a Kika, favas com entrecosto, pimenta de cheiro (não é para meninos), arroz integral, salada da nossa horta, uma piscina e...felicidade!

Dia do Abraço

O melhor abraço é a esperança incondicional de vida. Estás a espera de quê para doares a tua medula? 
Um abraço é igual e ao mesmo tempo diferente de um aperto de mãos. 
Apertar mãos em sinal de cumprimentar alguém deve ser uma atitude com vontade e energia. Não é preciso arrancar a mão à outra pessoa mas é conveniente mostrar algum vigor. 
Abraçar é algo mais pessoal e mesmo nesta categoria há abraços diferentes. Não consigo abraçar devagarinho, de longe, quase sem amassar. Sou bruta e quanto mais gosto da pessoa que estou a abraçar mais aperto aquela alma para junto de mim. Tenho de sentir o coração, é karma bom. 

Horas de Partilha no facebook e versão papel

Desde que a sincronização automática acabou que tenho mantido alguma relutância em avançar com a página do Horas de Partilha na versão rede social mais visualizada no mundo. Enquanto antes eu tinha a sincronização automática e não me preocupava com este pormenor, agora tenho de lidar com 3 realidades diferentes. O blogue que existe desde fevereiro de 2010, a versão em papel que comecei a escrever este ano e cujos posts ficarão para as minhas filhas e agora, a versão facebookiana.

25/04/2016

O que trazes no teu coração?

Nem sempre as pessoas têm tempo para pensar naquilo que as faz mover e vivem a vida de uma forma automática. São egoístas e estão mais preocupadas com aquilo que os outros pensam sobre elas do que com aquilo que podem fazer para acrescentar algo ao mundo.
Não "se olham ao espelho" para não correrem nenhum risco de se enxergarem verdadeiramente. Não conseguem lidar com determinadas realidades e vivem a vida culpabilizando os outros de tudo o que lhes acontece. Vivem uma fachada pessoal e mesmo que sejam, financeiramente independentes, são os seres mais dependentes de aceitação por parte de quem conseguem ludibriar neste misto de sucesso/independência versus quase vazio de valores/empty heart
Quando estiveres sozinho(a) aproveita para meditar sobre aquilo que trazes no coração...
...acredito que vais encontrar qualquer coisa boa, e sabes que mais? Agarras-te a ela e duplica-a em outras coisas tão boas ou melhores!

08/04/2016

Feliz aniversário, Filha.

Quando o olhar reflete o que é verdadeiramente importante na vida...AMOR!


19/03/2016

Feliz dia, Pai.

Estou longe, fisicamente, do meu Pai e lembro-me dele todos os dias independentemente de haver um dia oficial ou não. 
Hoje apraz-me reforçar que tenho o melhor Pai do mundo!

24/02/2016

Não importa a distância

Para alcançar aquele objectivo é apenas necessário dar o 1.º passo e continuar a caminhar na direcção certa.

23/02/2016

What really matters

"Os obstáculos são aquelas coisas terríveis que você vê quando desvia os olhos do seu objetivo." 
Henry Ford

22/02/2016

Frase do dia

"Às vezes é melhor ficar quieto e deixar que pensem que você é um idiota, do que abrir a boca e não deixar nenhuma dúvida."

19/02/2016

Hoje é dia de festa. Parabéns Filha!

Ontem quando me fui deitar pensei em como o tempo passa num piscar de olhos e hoje quando acordei, foste o meu primeiro pensamento.
A verdade é que apesar de já terem passado 22 anos, consigo me lembrar perfeitamente de todos os pormenores daquele dia de sábado, que começou bem cedo e culminou com o teu nascimento, ao final da tarde.
Parabéns Princesa! Espero que tenhas um dia muito feliz e que te sintas como um peixinho num aquário. Desta maneira dás à volta ao zodíaco pois, desde sempre, para uns és do signo de Peixes e para outros és de Aquário. 
 [Tás a ver porque eu preciso de mudar a graduação dos meus óculos, não é Daniela?]

18/02/2016

No pleasure at all

Quando a minha filha começou a trabalhar numa conhecida loja de pizzas, no Cascaishopping, ela ainda estava no ensino secundário. Apesar do ordenado ter ter sido abaixo do miserável, fui sempre de opinião que ela devia trabalhar para pagar, sobretudo, as despesas mensais que tinha com o carregamento do seu telemóvel. 
Aquele período e aquela experiência foi algo de curta duração porque a minha filha, rapidamente foi convidada para integrar outro projecto. Fica uma memória em formato de lição que não resisto em partilhar:
2011 - Depois de um dia inteiro a trabalhar no duro, limpar, confeccionar, e atender clientes a minha filha teve de lidar os olhares e o gozo literal de alguns colegas que andavam na mesma Escola secundária que ela. Julgavam estes ditos jovens que aquilo que ela estava a fazer, ou seja, a trabalhar, era algo pouco digno e até vergonhoso...
2015 - Eu e a minha filha na linha de caixa de um conhecido hipermercado e querem adivinhar quem estava a atender? Eu ajudo. Era uma das raparigas que fazia parte do grupo que lançou valentes piadolas quando a minha filha estava a trabalhar na pizzaria.
2016 - Linha de caixa da Primark....desta feita, um rapaz que também fazia do mesmo grupo de 2011.
Ninguém deve cuspir para o alto em nenhum momento da vida, nomeadamente, quando aquilo que o outro está a fazer é algo digno e merecedor de todo respeito.

22/12/2015

Adeus ano velho...

Farei tudo o que estiver ao meu alcance para que 2016 seja um ano repleto das melhores resoluções.
Em 2015, por um motivo exacerbadamente egoísta da minha parte, decidi escrever menos no meu blogue. Neste ano que se avizinha vai ser diferente, pelo menos vou tentar que assim seja.
Várias pessoas perguntaram-me inúmeras vezes os motivos pelos quais decidi quase parar de escrever. A razão pela qual não partilho através deste blogue, estas motivações, é porque estaria a dar importância a um assunto que não vale um cêntimo furado, muito menos, qualquer protagonismo.
Foi necessário algum tempo para acalmar a minha alma e voltar ao estado de espírito que me inspira a escrever. 
Não sou poeta, nem escritora ou coisa que o valha porém, não consigo escrever sem ser naturalmente transparente nas palavras que passo para este espaço e pretendo continuar assim.
Em mote de inspiração, voltei a fazer postais de Natal. Não consegui fazê-los para todos os meus amigos e familiares por motivos de saúde e só por este motivo, tive de reduzir a lista.
Se eu fosse um avião diria que foi necessário um ano de manutenção, a troca de algumas peças e a aquisição de novo software para a aeronave ficar como nova. Entretanto...
- Senhores passageiros, preparar para a descolagem. Apertem os cintos de segurança, tomem atenção às indicações dos assistentes de bordo e nunca se esqueçam: É terminantemente proibido não ser FELIZ!