31/01/2011

Saudades do verão


Nunca mais chega o bom tempo...tenho muitas saudades daqueles dias em que eu posso calçar umas sandálias e usar uns vestidos sem grandes preocupações.

Sou daquelas pessoas que quando chega o inverno já está a contar os dias para a chegada do verão. Não me venham lá com conversas porque não há nada como o verão, cheio de dias muito compridos e, sobretudo, quentes.

Por outro lado, Portugal não é propriamente um país preparado para o inverno e, isto, se reflecte claramente no meu local de trabalho onde as pessoas com gripe e tosse são mais que as mães. Ando farta do vento frio que teima em se esconder no sol de pouca dura.

…Passei um Domingo cheia de febre e pouquíssima disposição. O pior é que a febre teimava em não baixar. Cheguei a pensar que podia estar com uma gripe daquelas que até mete medo ao susto mas não me parece. É uma gripe normal, fruto da época como muitos preferem chamar.

26/01/2011

Desafio...

Contigo vou até o infinito ou até onde me queiras levar...Quem nos dera, tornar realidade todos os sonhos e desejos partilhados ao longo de tantos anos ao lado um do outro. Tantas aventuras que já vivemos e, outras, que ainda estão espera de fazerem parte da nossa caminhada.
Temos de olhar em frente de cabeça erguida, com orgulho, confiança e muito optimismo mesmo que o "timming" emocional do nosso país, das organizações onde trabalhamos, dos nossos amigos, colegas e conhecidos estejam mais em baixo do que o habitual. Quero continuar a ser quem sempre fui, uma pessoa feliz.
Leva-me contigo para longe...

Para quem gosta de voar...

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12/01/2011

Wine Break

Existe um momento do dia que me sinto a mulher mais feliz do mundo…é quando finalizo a minha jornada diária de trabalho e regresso ao meu porto seguro, na minha casa. É naquele cantinho quente mesmo que esteja gelado, que encontro a paz necessária e uma infinita sensação de que ali tenho tudo o que eu preciso e muito mais.
Ontem o meu Amor, aquele que já está no meu coração desde que tenho 16 anos, para além de estar a minha espera com o habitual sorriso, convidou-me para brindarmos, assim que entrei em casa.
O vinho já estava a respirar em copos elegantes, de pé alto (bem altos para não haver dúvidas), largos para manter a personalidade daquele manjar dos deuses que noutros tempos, reza a história, servia para grandes tertúlias e conversas de homens.
Felizmente os tempos mudaram e neste seguimento, lá em casa fazemos tertúlias na intimidade do lar, a dois...quanto basta!