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21/11/2014

O sentido do nome deste vinho, só os brasileiros entendem...

Uma valente "periquita" com 3 litros, pelo módico valor de 67 euros e 80 cêntimos, no Jumbo (Pão-de-Açúcar), do Centro Comercial Dolce Vita Tejo. 

03/11/2014

São Martinho (castanhas e vinho novo)

Durante anos enquanto as minhas pequenas eram mesmo pequenas, ouvíamos uma música que lhes foi ensinada no infantário com todo o encanto alusivo às castanhas assadas.
Agora as minhas pequenas já estão espigadotas e o magusto como todos os anos, está à porta. Na falta da música cantada pela doce voz de uma criança, venham as castanhas assadas e o vinho novo que o que se quer é festa! Com sorte e depois do vinho, pode ser que eu me atreva a cantar mas, aviso desde já que os que me rodeiam...
...têm de beber o dobro daquilo que estavam a planear (para não dar conta da desafinação aqui da madame).

"No meu bolso guardei, meia dúzia de castanhas...
De tão quentes que estão, ainda queimo a minha mão...
Vou dá-las ao pai, vou dá-las à mãe...
Castanhas quentinhas que sabem tão bem!"

11/11/2013

No dia de São Martinho...

Castanhas, pão e vinho. Um belo programa para o final do dia de hoje junto daqueles que mais amo...Falta apenas a Jolie que estará connosco em pensamento!

08/11/2013

Encontro com o Vinho e Sabores 2013

Não deixe de visitar este evento que decorrerá de 08 a 11 de novembro no espaço da antiga FIL, em Lisboa.
Recomendo uma visita geral ao espaço assim como, uma paragem especial no stand da Sociedade Agrícola do Monte Novo e Figueirinha e ao espaço Gin&Tonic. 

05/10/2011

Restaurante Ti Chôa

Apesar de não ser uma crítica gastronómica, pelo menos profissionalmente, a minha formação académica aliada ao meu percurso de vida, permite-me que consiga facilmente diferenciar em termos gastronómicos e técnicos o que é verdadeiramente bom, daquilo que não tem interesse nenhum.



As experiências que entretanto vou acrescentando ao meu repertório gustativo, revelam que podemos encontrar refeições inesquecíveis, daquelas que nos fazem viajar pelo mundo dos sabores, em restaurantes que marcam pela diferença no contexto onde estão inseridos.
Mais ou menos há cinco anos atrás, numa viagem de família à Terceira, nos Açores, uma docente da Universidade dos Açores falou-nos sobre um restaurante que tinha acabado de abrir - o Ti Chôa.
A curiosidade nesta nova aventura gastronómica, fez-nos passar por pelo restaurante ao final de uma tarde de passeio porém, o mesmo ainda não estava aberto para o serviço de jantar.
A simpatia de uma das proprietárias, a Delize, foi mais do que um convite para nos sentarmos um pouco ao balcão e travarmos uma agradável conversa que durou algum tempo.
Ficamos a conhecer a história do restaurante e a razão do nome do mesmo. Ti Chôa era a alcunha de um emigrante terceirense que viveu durante muitos anos na Argentina.
Quando Ti Chôa regressou à Terceira em definitivo, trouxe com ele muita vida e uma alegria diferente daquela que as pessoas estavam habituadas a ver.
Apesar do sotaque açoriano ser logo à partida sui generis perante as pessoas do continente, Ti Chôa que era um homem de estrutura física invulgar, cujas vestes tinham uma forte influência dos Pampas, conseguia ter um sotaque ainda mais fora do vulgar que o habitante local, algo que era único e inconfundível. A utilização da expressão Chôa na sua linguagem quotidiana era apenas um dos muitos exemplos daquilo que Ti Chôa trouxe desta partilha cultural, resultado dos anos de emigração. Delize, sua mãe e irmã decidiram abrir o restaurante e deram-lhe o nome daquele Homem invulgar que alegrou a Serreta até o dia da sua morte...Ti Chôa.
Eu e a minha família gostamos imenso do restaurante. Na nossa última visita à Terceira, a minha cara-metade tomou a precaução de fazer a nossa reserva para uma Sexta-feira (noite muito concorrida), ainda de Lisboa, para não corrermos riscos. No Ti Chôa, não estão a espera que o cliente acabe a sua refeição para preencher a mesa com outro cliente. A mesa está destinada aos clientes por toda a noite, pois o ritual dos pratos, desde a entrada até a sobremesa, passando pela oferta dos licores caseiros é algo que acontece com calma ,num ambiente familiar e descontraído.
Na Cozinha está a mãe e a irmã da Delize, são elas que confeccionam as extraordinárias iguarias que ajudam a dar fama ao espaço. A Delize por sua vez está na sala, passeia a sua elegância e beleza muito própria de quem é autêntica naquilo que faz. Procura saber se está tudo bem com os clientes, se estão a gostar, dá sugestões acertadas e troca impressões sobre temas de interesse mútuo. Tem aquilo que eu costumo apelidar de boa conversa.
Alcatra e vinhos açoreanos (tinto -Terras de Lava / branco - Frei Gigante)

torresmo e molho de fígado
Às sextas-feiras, sem reserva antecipada, não há jantar. Neste dia alguns dos clientes habituais aproveitam para animar o espaço com música ao vivo, dança e muita animação, que surje naturalmente numa interacção entre clientes que já conhecem e outros, como nós, que passamos a fazer parte daquela festa. É neste dia que o pão caseiro é cosido no forno de lenha aromatizado com folhas de figueira.
 Sexta-feira ao jantar (quem está a tocar é um cliente habitual)
Por fim e não menos importante, fica uma pequena ideia dos doces pecados a que temos direito...
Meloa da graciosa e mousse caseira de morango
Um miminho da Delize

12/01/2011

Wine Break

Existe um momento do dia que me sinto a mulher mais feliz do mundo…é quando finalizo a minha jornada diária de trabalho e regresso ao meu porto seguro, na minha casa. É naquele cantinho quente mesmo que esteja gelado, que encontro a paz necessária e uma infinita sensação de que ali tenho tudo o que eu preciso e muito mais.
Ontem o meu Amor, aquele que já está no meu coração desde que tenho 16 anos, para além de estar a minha espera com o habitual sorriso, convidou-me para brindarmos, assim que entrei em casa.
O vinho já estava a respirar em copos elegantes, de pé alto (bem altos para não haver dúvidas), largos para manter a personalidade daquele manjar dos deuses que noutros tempos, reza a história, servia para grandes tertúlias e conversas de homens.
Felizmente os tempos mudaram e neste seguimento, lá em casa fazemos tertúlias na intimidade do lar, a dois...quanto basta!

12/11/2010

Feira de Vinhos e Sabores 2010

No passado sábado, na antiga FIL, lá estávamos nós em mais uma prova de vinhos.

08/11/2010

Jantar na Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril

Não é a mesma coisa que jantar na ESHTE mas, fica um pequeno exemplo dos almoços e jantares que a EHTE disponibniliza ao público externo por apenas 10 euros. Estive num jantar romântico com o meu marido e as fotos falam por si. A refeição foi acompanhada por um vinho branco da Adega de Borba 2008 (Alentejo DOC - castas Roupeiro, Tamarez e Antão Vaz).
amuse bouche
 Sopa de Tomate à Alentejana
 Pescadinhas douradas acompanhadas por arroz da Lezíria Ribatejana
 Sonhos de Maçã de Alcobaça
Café Expresso Delta

Ao vivo é um espectáculo...é malta que sabe muito do tintol!

Vini pax Beja 2010

Carne frita à moda da Patrícia

Depois de falar com uma colega que trabalha comigo aqui na ESHTE, coloquei em marcha a produção desta carne de porco frita com aguapé. Para acompanhamento fiz uma farinheira de Trancoso em forma de migas e uns grelos salteados.
O vinho escolhido foi oferecido pelo nosso amigo Zé Gonçalves (o melhor relações públicas da área de vinhos que conheci até hoje), que trabalha com o Sr. Cameirinha de Beja.
Parabéns Patrícia, a tua receita estava um espectáculo. Obrigada Zé, o teu vinho caiu como cereja no topo do bolo nesta refeição. Com amigos assim, quem precisa de mais alguma coisa?


15/10/2010

Vinhos alentejanos

Os vinhos do Alentejo passaram pela Lisboa Factory no passado mês de Setembro e como não podia deixar de ser, marcamos a nossa presença durante uma tarde muito animada! A imagem fala por si…

06/04/2010

Almoço e algo mais...

Já estava com saudades de comer bacalhau. Este foi acompanhado com batatas à padeiro e grelos salteados.

Ao final da tarde tive uma surpresa inesperada e que me agrada imenso quando acontece. O maridão veio mais cedo para casa e trouxe uma garrafinha de vinho francês.
Foi um excelente pretexto para tirarmos a mobília de verão da garagem e darmos oficialmente início às boas vindas da primavera.
Se o tempo continuar como esteve hoje as nossas refeições passarão a ser feitas neste cenário.